Após sua formação na carreira de medico na Europa e no
Brasil, o Dr. Simão Bacamarte voltou a sua cidade-natal, Itaguaí, na função de
exercer a sua profissão. Depois de um tempo na cidade, se casa com a D.
Evarista, que tem por volta vinte e cinco anos. O motivo do casamento é que ele
acredita que ela seja capaz de lhe dar bons filhos, porém não acaba tendo
nenhum.
Certo dia, Dr. Bacamarte se envolve com os estudos de psicologia e psiquiatria e acaba montando um manicômio na cidade, chamado “Casa Verde”. Muito rápido o local fica lotado de pacientes, o que deixa Bacamarte obcecado ainda mais pelo trabalho. No começo, os casos aceitos eram realmente casos de loucuras comprovadas, mas depois de um tempo, Bacamarte começou a enxergar loucuras em todos e o número de internações gerava espantos.
D. Evarista havia ficado muito deprimida pela falta de atenção de Bacamarte, que agora só tinha atenções para a clínica, a fim de acabar com sua tristeza, o marido dá a ela uma viagem para conhecer o Rio de Janeiro. A população de Itaguaí vê a volta de D. Evarista como uma esperança e solução para que Bacamarte desista das internações, mas isso não adiantou.
O clima da cidade vai ficando cada vez mais tenso, até que o barbeiro Porfírio, por ser envolvido com a política, resolve armar um protesto, movido a sua ambição pelo poder. Cria então, a Revolta dos Canjicos (como era conhecido). As pessoas que o apoiam vão até a casa de Bacamarte para protestar, quando são recebidos por ele de forma muito racional e tranquila. A fúria dos protestando até parecia ter sido controlada, quando Bacamarte da as costas e volta a seus estudos e análises, o protesto continua. As forças armadas são chamadas a cidade para controlar a população, mas acaba se juntando aos revoltos.
As internações continuam muito aceleradas e até D. Evarista é internada depois que passar uma noite sem dormir por não conseguir decidir que roupa usar. Por fim, 75% da cidade se encontrava internada na “Casa Verde”.
O alienista percebe que sua teoria estava errada e acaba soltando a todos. Refazendo esta teoria, ele volta as suas internações, pois agora acreditava que louco era quem mantinha regularidade nas ações e tinha firmeza no caráter. O primeiro a ser internado foi o vereador Galvão, que tinha criado uma lei que proibia a internação de qualquer vereador.
Novamente, o Dr. Simão Bacamarte anula sua teoria e solta todos. Acreditando que apenas ele tinha uma personalidade perfeita, o alienista decide de trancar na “Casa Verde” sozinho para o resto da vida.
Certo dia, Dr. Bacamarte se envolve com os estudos de psicologia e psiquiatria e acaba montando um manicômio na cidade, chamado “Casa Verde”. Muito rápido o local fica lotado de pacientes, o que deixa Bacamarte obcecado ainda mais pelo trabalho. No começo, os casos aceitos eram realmente casos de loucuras comprovadas, mas depois de um tempo, Bacamarte começou a enxergar loucuras em todos e o número de internações gerava espantos.
D. Evarista havia ficado muito deprimida pela falta de atenção de Bacamarte, que agora só tinha atenções para a clínica, a fim de acabar com sua tristeza, o marido dá a ela uma viagem para conhecer o Rio de Janeiro. A população de Itaguaí vê a volta de D. Evarista como uma esperança e solução para que Bacamarte desista das internações, mas isso não adiantou.
O clima da cidade vai ficando cada vez mais tenso, até que o barbeiro Porfírio, por ser envolvido com a política, resolve armar um protesto, movido a sua ambição pelo poder. Cria então, a Revolta dos Canjicos (como era conhecido). As pessoas que o apoiam vão até a casa de Bacamarte para protestar, quando são recebidos por ele de forma muito racional e tranquila. A fúria dos protestando até parecia ter sido controlada, quando Bacamarte da as costas e volta a seus estudos e análises, o protesto continua. As forças armadas são chamadas a cidade para controlar a população, mas acaba se juntando aos revoltos.
As internações continuam muito aceleradas e até D. Evarista é internada depois que passar uma noite sem dormir por não conseguir decidir que roupa usar. Por fim, 75% da cidade se encontrava internada na “Casa Verde”.
O alienista percebe que sua teoria estava errada e acaba soltando a todos. Refazendo esta teoria, ele volta as suas internações, pois agora acreditava que louco era quem mantinha regularidade nas ações e tinha firmeza no caráter. O primeiro a ser internado foi o vereador Galvão, que tinha criado uma lei que proibia a internação de qualquer vereador.
Novamente, o Dr. Simão Bacamarte anula sua teoria e solta todos. Acreditando que apenas ele tinha uma personalidade perfeita, o alienista decide de trancar na “Casa Verde” sozinho para o resto da vida.
Autor da resenha: Izabella Campos
Tipo: Contos, Literatura clássica Brasileira
Autor do livro: Machado de Assis
Editora: L&PM Pocket
Tipo: Contos, Literatura clássica Brasileira
Autor do livro: Machado de Assis
Editora: L&PM Pocket



